quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Mary John no Jardim Assombrado

A Mary John, com aquele seu ar de salta-pocinhas, afinal anda por aí aos saltos de gigante! 

“Para quem tem seguido o percurso da escritora, é óbvio que Mary John representa um salto de gigante, um golpe certeiro feito de risco e ousadia, quer no domínio da linguagem estilística quer na incursão por temas tidos como tabu. Raro, muito raro um romance juvenil que se aventura pelos temas da sedução amorosa, da descoberta do corpo e da sexualidade sem nunca resvalar para o lugar comum nem para a moralidadezinha.”

Por Carla Maia de Almeida n'O Jardim Assombrado: 
http://ojardimassombrado.blogspot.be/2017/01/mary-john-salto-de-gigante_9.html

BABUM!

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Mary John e o Bicho dos Livros

E o livro do ano de 2016 é...
"Mary John corresponde a um salto de gigante, e um salto sem rede. Um risco. Porque nesta literatura de primeira água não há qualquer recurso a uma ou outra fórmula que possa salvar um excesso, uma incongruência, algo que ficou por dizer. (...) Mary John é um texto perfeito."

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Sara Figueiredo Costa sobre a Mary John

Sara Figueiredo Costa assina um belíssimo texto sobre a Mary John no suplemento literário "Parágrafo" do jornal macaense "Ponto Final".
O texto tem como título "Mudar de pele". E eu cá mudei de cor!

"História de amor, assumida e sem complexos, esta é também uma das mais belas narrativas que se publicaram em português nos últimos tempos."
"Mary John é um grande livro e pouco importa saber em que secção devem os livreiros arrumá-lo. Os leitores que o merecerem hão-de saber encontrá-lo."

O texto integral está disponível aqui: 
https://paragrafopontofinal.wordpress.com/2016/12/31/mudar-de-pele/

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Mary John na Revista Blimunda

A edição de dezembro da Revista Blimunda já está disponível aqui: http://www.josesaramago.org/blimunda-55-dezembro-2016/

Andreia Brites dá destaque à Mary John num texto total e robusto que deixou a minha alma pasmada e a minha boca aberta.
Aqui fica o naco final:

"(...) O que esta novela consegue, e por isso é literatura de primeira água, é conjugar o singular com o universal. Rejeita a moral, o paradigma social e traz uma história de vida de uma rapariga filha de pais separados que idealiza uma relação especial e imutável com o melhor amigo, o vizinho da praceta. A mudança de idade, a presença de outros que a desafiam na sua identidade, a perda de atenção, o sofrimento que questiona. E a mudança de cidade, de escola, uma motivação sustentada pelo que se perdeu. A descoberta da paixão, de si, dos outros, de que há sempre outros. A elevação da narrativa está precisamente nos pequenos apontamentos, no equilíbrio de cada um, em que nenhuma descrição está a mais. Mary John é uma narrativa compulsiva que surte um efeito de desconcerto.

O que é literatura juvenil? É isto."

O texto completo está disponível nas imagens (em baixo) e na revista (em cima).

Vale a pena ler outros artigos da Revista Blimunda, claro. Alguns exemplos: Pilar del Río fala-nos da feira internacional do livro de Guadalajara, Sara Figueiredo Costa leva-nos a exposições de fotografia em Madrid e Andreia Brites brinca com vários "livros-jogos".

Este blogue fica-se por aqui este ano, acho.
Bom 2017!















Mary John na Revista do Expresso

Nas escolhas de 2016 da Revista Expresso, Sara Figueiredo Costa dá destaque à Mary John.

Bela surpresa!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

A Mary John no Expresso

A "Mary John" faz parte das sugestões de livros para o Natal do jornal Expresso (por José Mário Silva):
"Para a filha mais nova, não muito dada a leituras, este talvez seja o presente que a vai apanhar de surpresa e trocar-lhe as voltas. A eventual desconfiança desfaz-se logo nas primeiras páginas, quando a protagonista, Maria João, abre a sua intimidade e se coloca no lugar daquela amiga sobre a qual queremos saber tudo. Combinando a prosa ágil e inteligente de Ana Pessoa (autora de “Supergigante”) com as fabulosas ilustrações de Bernardo P. Carvalho, “Mary John” é uma viagem fascinante pelos labirintos da adolescência, contada por quem o viveu, durante a difícil mas necessária travessia."

Tau! Grande prenda de Natal!